Encontrei algo engraçado, mas que de graça não tem nada.
Eu na humilde sede em escrever, na vontade enorme que tenho das palavras se formando em meio ao caos da minha cabeça, me pego a pensar sobre o ato de escrever.
Quando se escreve, se escreve para alguém ou para si mesmo.
Se escreve sim para dar recados, pendurar no varal suas linhas e letras,
Se escreve para chorar e para rir... Mas você moça, puxa conversa "pra" cutucar.
Ahhh moça se soubesse das coisas, dos protegidos e segredos.....
Ahhh moça de bonitos desenhos,
O que eu escrevo aqui ou ali se faz presente para você e também para mim... Fala que não é troca troca, mas pensando bem é sim, é.
Quantos textos escritos a muito tempo você se lê, tanta coisa...tantas linhas....
Fala em comentários mas tem medo dos próprios...
é como aquele ditado... " não jogue a pedra se o teu telhado é de vidro...", o que eu escrevo aqui permanece aqui ou é levado para qualquer lugar.
Aprendi a não ter medo dos meus erros, aprendi a levantar a mão antes de apanhar.
Aprendi tarde, mas aprendi.
Tenho medo sim,
Tenho medo de pessoas caladas, tenho medo de cara feia, tenho medo de gente cheia de medos.
Viu tenho meus medos...
Mas mesmo assim minha alma é limpa, minha consciência é tranquila e a casa é ventilada.
Mas ter medo de si própria ...ahhhh isso foi quando tinha 19 anos e baixa auto estima. Mulher triste e idiota fui.
Domesticada por medos banais... Medos ridículos... e apavorada por monstros fracos de imaginações cruéis.
Não tenha medo de ser quem você é, e por aqui não tem ninguém que queira o teu mal.
Beijos no coração



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