Na verdade ando tão estranha que as palavras não encontram as linhas, os penasmentos confusos e as palavras morrem.
Morrem na imensidão de ser eu.
Morrem na vontade de respirar sem desespero
Morrem na ansia de sair de mim.
Há palavras que me pesam, que me empurram.
E silêncios que incomodam, me machucam.
E as palavras que espero não me encontram.
Magoa e inquieta o silêncio que me enviam.
E as palavras de que fujo, me perseguem.
E o silêncio a que as remeto, não me acalma.
É quando, então, Ignoro silêncio,empurro pessoas.
Peso palavras, calo ilusão. E fico calada.
E grito silêncio. E escrevo palavras.
E choro poemas.''
A.D.
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Papear é bom... Chá,palavras e teclado